Nos EUA, Black Friday tem menos aglomerações e recordes no comércio online


Associação Nacional do Varejo Norte-Americano projeta recorde de vendas, US$ 840 bilhões, aumento de 8,5% em relação a 2020

EFE/Álvaro SánchezVitrine da Black Friday em Madrid, na Espanha

Depois do dia de ação de graças, a Black Friday nos Estados Unidos não é focada na compra de computadores, tablets ou smartphones. Para os americanos é o dia ideal para comprar presentes adiantados para o Natal com preços melhores. Antes da pandemia, os consumidores faziam contagem regressiva para abertura de loja repletas de promoções, mas dessa vez foi diferente. A última Black Friday Aqui não provocou multidões aguardando desde cedo para comprar produtos com até 90% de desconto. Na rua das grifes de luxo de Chicago, as lojas trouxeram promoções mais modestas, com até 40% de desconto, mas mesmo com pouca procura nas lojas físicas, a Associação Nacional do Varejo Norte-Americano projeta recorde de vendas, US$ 840 bilhões, aumento de 8,5% em relação a 2020. Nas ruas, o que chamou a atenção foram os protestos contra o uso de peles de animais na fabricação das roupas. Uma manifestante explica que os animais sofrem muito. Entretanto, isso parece não importar para o comércio. Se os protestos impactam na Black Friday, a Ciber Monday promete ser impactante também. A próxima segunda-feira será o dia dos grandes descontos das compras online, especialmente de produtos eletrônicos.





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