Paes justifica passaporte da vacina com variante Ômicron, mas não cancela eventos, diz Fiuza


Prefeito do Rio cancelou shows no réveillon, mas decidiu manter queima de fogos; programa ‘Os Pingos Nos Is’ comentou

JOAO GABRIEL ALVES/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, afirmou que não pretende tomar nenhuma decisão precipitada sobre o Carnaval do ano que vem e que seria “prematuro” cancelar o evento neste momento. O político disse que ainda não há nenhum indicador de saúde que faça a gestão municipal mudar o planejamento antes do início de 2022. A prefeitura já cancelou o Réveillon na Avenida Paulista por causa do avanço da variante Ômicron. Já o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou que não haverá shows na cidade no ano novo, mas disse que vai manter os fogos de artifício em Copacabana e em outros nove pontos da cidade.

Guilherme Fiuza, comentarista do programa “Os Pingos Nos Is“, da Jovem Pan News, criticou a decisão de Paes. “A Ômicron serve para obrigar o passaporte fascista, mas não serve para cancelar eventos. O prefeito do Rio usou a Ômicron como pretexto para dizer que ele precisava ampliar o passaporte para shoppings e uber, depois ele voltou atrás. Veja a solidez dos critérios que orientam medidas tão extremas e tão sacrificantes para aqueles que podem ter efeitos adversos com vacinas em desenvolvimento”, opinou. 

Assista ao programa “Os Pingos Nos Is” desta quinta-feira, 9: 





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