Social-democrata volta a ser indicada como primeira-ministra da Suécia cinco dias após ser eleita e renunciar


Magdalena Andersson fica no cargo ao menos até setembro de 2022, quando novas eleições legislativas ocorrem no país

EFE / EPA / JONAS EKSTROMER Andersson terá grandes desafios políticos para se manter no cargo e buscar vitória nas eleições que ocorrem daqui a dez meses

Magdalena Andersson, líder do partido social-democrata da Suécia, voltou a ser apontada como primeira-ministra do país nórdico cinco dias após ter sido eleita para o cargo e renunciado horas depois. Anderson se torna a primeira mulher chefe de governo do país após eleição no parlamento: ela teve 173 votos contrários dos deputados, 101 a favor e 75 abstenções. Na Suécia, um governo é aprovado se a maioria absoluta (175 deputados) não vota contra a candidatura. O mandato de Andersson tem previsão de durar ao menos até setembro de 2022, quando ocorrem novas eleições legislativas no país, e ela terá desafios políticos à frente: para se manter no poder, precisará aumentar a aprovação do partido, que está em uma baixa histórica, e liderar uma coalizão frágil, que precipitou sua renúncia na última semana. Ela decidiu deixar o cargo por conta da recusa do Partido do Centro em aprovar o orçamento que Andersson apresentou, como protesto pela participação do Partido da Esquerda no governo. Agora, ela espera que os centristas ao menos se abstenham para poder aprovar o orçamento e terá que negociar em outras pautas que quiser passar na casa legislativa.





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