Vice-presidente de recursos humanos da Tim revela como lidou com a gestão da pandemia


Nascida na Itália, Maria Antonietta Russo falou sobre os cuidados com a equipe em home office e a conciliação da carreira com a maternidade

Reprodução/Jovem PanMaria Antonietta Russo foi a convidada do programa Mulheres Positivas desta segunda-feira, 20

O programa Mulheres Positivas, da Jovem Pan, trouxe como convidada desta semana a vice-presidente de recursos humanos da Tim, Maria Antonietta Russo. No início da pandemia, em março de 2020, Russo tomou a decisão de transferir a equipe da empresa para o modelo home office. Em entrevista à Fabi Saad, ela contou sobre o peso da ação e das ferramentas usadas para manter a qualidade do trabalho em meio à crise sanitária. “No momento que a gente decidiu, a gente claramente não sabia se estava fazendo a coisa certa. Ninguém antes tinha gerenciado a pandemia. Nos colocamos em uma posição não de nível hierárquico, ‘vamos ouvir as pessoas e imaginar’, abrimos o canal de ouvir pessoas”, contou. “A segunda coisa em paralelo, que a gente fez duas ou três semanas depois, foi abrir um canal de comunicação. Precisava gerenciar o nível de ansiedade, seja de não conhecer [a situação] ou sobre o que ia acontecer com a pandemia. Sou muito disciplinada, amo fazer as coisas pesquisando e aplicando na metodologia, foi isso que me ajudou muito. O segredo foi ter a capacidade de entender que não podia ser perfeita.”

Nascida na Itália, Maria Antonietta contou sobre a aposta e o incentivo de sua família em um futuro de independência financeira. “Eu nasci numa família de agricultores, minha mãe é dona de casa e o meu pai, agricultor no sul da Itália. Meu único sonho era ter independência financeira. Meus pais me falaram isso. Meu sonho era estudar. Quis uma independência financeira, então tudo aconteceu depois”, disse. “Pela minha filha quero fazer a mesma coisa. Eu não sei o que ela irá fazer na vida, irá fazer o que ela tem paixão, o que gosta, mas quero proporcionar a ela a possibilidade de educação e de conhecer outras culturas, a possibilidade de estar com todos. Isso é uma das maiores coisas que posso fazer pela minha filha. Educação é tudo, é uma das únicas armas que podem fazer evoluir o mundo.”

Maria Antonietta ainda falou sobre a sua participação no livro Mulheres no RH, obra dirigida por Andreia Roma, com relatos de mais de 30 mulheres no mundo dos recursos humanos. Segundo Ramos, o processo de escrita de seu capítulo no livro foi desafiador e profundo. “Eu quero deixar o pedacinho de minha história para alguém que possa ser inspirado. Quando fui em julho escrever, foi uma das coisas mais desafiantes da vida, porque escrever sobre coisas técnicas, para mim, não é um problema. Escrever sobre você mesmo, lições aprendidas e histórias, é muito profundo. Foi emocionalmente cansativo conseguir fechar no prazo o meu capítulo.”

Como um livro indicado para mulheres positivas, a profissional de recursos humanos escolheu ‘Estrelas Além do Tempo’, da escritora Margot Lee Shetterly. “Três mulheres negras nos anos 60 nos EUA, cientistas que enfrentaram o preconceito racista, que ajudou a NASA”, comentou. Como filme, Maria Antonietta indicou o clássico ‘A Cor Púrpura’, de Steven Spielberg. “Está muito forte na pauta, é o tema de raça, ainda muito atual. O filme é fantástico”, disse. Como mulher inspiradora, ela lembra da paquistanesa Malala Yousafzai: “A frase que ela usou em seu discurso, eu choro a cada vez que lembro. A educação pode mudar o mundo.”

Confira o programa Mulheres Positivas desta segunda-feira, 20, na íntegra:





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